sábado, 30 de maio de 2009

ART pop?


GRAFITTI
Jogo rápido, língua ligeira, olhos arregalados
Passam o meu e o seu nomes ligados
Por uma seta de Cupido, filho de Afrodite
O nosso amor é um coração colossal de grafitti
Nos flancos de um trem de metrô
A nossa carne é toda feita de flama e de fama
O rumor do nosso caso de amor
Não se confina a boatos, bares e boates
Conquista as estações, incendeia a praça escarlate
Inflama o aconchego dos lares
Todos os satélites se viram pelo mundo afora
Para transmitir o nosso som, a nossa luz, nossa hora
E nosso beijo que sempre começa na boca e só acaba na poça
Video Clip Futurista
Porque o mundo, ele é assim, ele é nossa conquista
Andy Warhol mil vezes na TV disse:
- "No gossips, Miss"
Darling, querida
Vê se te toca
Leva tua vida sem fuxico nem fofoca…


Toda Arte traz o corte.
De qualquer parte,
Sem rumo. À sorte.
Toda arte é plural:
Iggy Pop, VOCÊ. Pop-up, PC.
Popcorn, MATINÊ.

Toda Arte tem seu ‘Close’.
De perto. À noite.
Suave. Ou açoite.

A Arte des-vela, des-venda, de-s-en-volve.
Nua e crua. Sem re-toque.
Toda Arte é Pop.



[Eternamente em construção]

Um comentário:

João de Moraes Filho disse...

Não sabia de sua poesia,
necessária.
Leituras cortantes da superfície humana.
Parabéns.

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