quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Como eu gosto


Como eu gosto
De Seu jeito despojado,
De suas palavras doces duras,
De sua desatenção cansada.
Ah, Como eu gosto!

Como eu gosto
De sua mão serena,
De seu beijo terno,
Da sua sensualidade selvagem.
Ah, Como eu gosto!

Como eu gosto
De sua convicta indecisão,
De sua conversa,
De seu silêncio,
De seu caráter.
Disso sim eu gosto.

Ah, Como eu gosto!
De você.

Mensagem de Natal


Neste ano que vem
Eu quero... Agradar gregos e troianos, fulanos e baianos, amigos e... Quem mais tiver a fim. Pode vir que sou de paz!
Eu quero... Agregar valores a tatos, contatos, cheiros e carinhos. E a tudo que estiver no meu caminho...
Eu quero... O agridoce do beijo, o refúgio de um abraço, o conforto do afago. Silêncio sereno e contemplativo.
Eu quero... Agradecer 2008. Render, produzir mais e mais nesse ano que está por vir. Eu quero o amor. E neste me refletir.
E se isso não for o bastante, me contentarei se já for um bom começo...
Boas festas , feliz 2009

COMO EU GOSTO

 



Como eu gosto

De seu jeito despojado,

De suas palavras doces duros,

De sua desatenção cansada.

Ah, Como eu gosto!

Como eu gosto

De sua mão serena,

De seu beijo terno,

Da sua sensualidade selvagem.

Ah, Como eu gosto!

Como eu gosto

De sua convicta indecisão,

De sua conversa,

De seu silêncio,

De seu caráter.

Disso sim, eu gosto.

Ah, Como eu gosto!

De você.

domingo, 14 de dezembro de 2008

O JARDIM DE FLORES MORTAS

Imenso jardim sem verde, sem folhas,
longa planície de esculturas mortas,
que a esmo recebe os beijos e afagos
do frio vento vindo de outros campos.

Imagem apocalíptica de deserto errante,
a grande cena borrada de tantos erros,
vergonha explícita dessa condição civilizada,
antropofágica, imbecil.

Inverno sem causas, frio plangente,
natureza corrompida, arrependimentos tardios.
A face petrificada do jardim plástico
quase eterno, indecente.

Morte que toca, agonia irônica
das flores que não têm perfume.
Jardim inodoro, feio, extenso,
lembrança do mal concebido.

Resplandecente sol,
que torna claro sua evidente existência
eis o jardim morto que rodeia os quintais.
Jardim que consegue sem vida vingar.

Eis afora o jardim,
imensa planície
de flores mortas
que vinga não na vida, mas vinga-se da própria vida.

Por Paulo Sousa

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

(Um novo) PARABÉNS



Pássaros um dia cantaram alegremente
Na natureza florida e reluzente.
Acho que por ciúme,
Borboletas salientes
Também vieram lá do cume.
As árvores teimando em participar
Pediram ao vento para se curvar
Em homenagem e reverência
Ao teu chegar.
A cachoeira, o sol e o lago
Fizeram um acordo singular:
Espumas e ondas gigantes
Para ti um arco-íris dourar.
E Quando a noite chegou,
Nem a lua sossegou.
Às estrelas cintilantes pediu,
Para fulgirem juntas esse céu de anil.
Bailaram e brilharam com tal,
Em uma data tão especial.
Neste dia mais que glorioso
Marcado no meu calendário
É o teu aniversario
Aqui meu carinho agora triplicado
Claro que não poderia ficar calado
Faz de novo nascer dentro do peito
Com todo amor e respeito
Neste dia tão diferente
Versos que eu teimo em cantar,
Novamente,
Para a ti congratular.




[ Para meus amigos - internéticos ou não - quando no apagar das velinhas...]

E AGORA, CATIGURIA?

Já se foram as fraldas e as chupetas,
Na há mais carrinhos, corridas e caretas...
E agora, catiguria?

Bem já não marchas mais;
Correr já não podes.
VC’s e VF’s não mais,
Cabelo de “15 em 15” jamais.
Hum... Catiguria, catiguria!

“Projeto de álcool”... “Jamé!”;
Agora só mesmo o ‘mé’.
“Pão de passa” nem de graça.
Adeus PC do B. Adeus OSPB.
Adeus Tapioca!!!
E agora, catiguria?

Já veio a mulher, o filho já veio.
Tá todo mundo cobrando, olhando, vigiando...
Nem você, nem ‘migué’!
Agora cuidado... Viu, Zé?

É a PVC chegando,
A barriga crescendo,
“Aquilo” diminuindo...
Catiguria, e agora?????

Quem diria...
ESTAMOS ficando velho, catiguria!!!


[ Homenagem ao meu amigo "catiguria" Zé no seu aniversário]

Para a Turma ...


















Um começo, dilapidado, bruto.
Petrus. Ursos..

Depois aqui.
Paródias,
Paulo.
Pendências,
Paula.

Cadê cuscuz?...
Taí ou Thayla?...Thiago ou não trago?
“We have just a juice”,
Juci.
Devora
Débora!
Nham,
Jan, nham, Jan, nham, Jan, nham, Jan….
RAAAFFFFFa, Maria!

Tudo no seu tempo nasce.
Nas cabeças,
Idéias en
Carolcoladas
em
anam. Germanam.

E assim...
Sob uma
Iris, Uma Lucidez diferente,
Entre pólvoras e poetas
Ratos, capitães e
Silvas
Que tudo se revele. Se re
Belle.

Nem mais,
Neemias.
Deus salve
América.

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