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segunda-feira, 24 de junho de 2019

Sobre a reforma íntima do 'Nosso Lar'



  • Tenha autodomínio. Discipline os lábios.
  • Controle sua cólera. Crie pensamentos novos.
  • Não lamente tua dor. Livra-te do padecimento e busca a luta edificante.
  • Trate bem teu semelhante. 
  • Reconheça dignidade e satisfação e todo trabalho.
  • Não te desvies da obrigação justa.
"Tudo que excede, sem próposito, prejudica".
"Que o Senhor traduza nossos agradecimentos em bençãos de alegria e paz".




domingo, 23 de abril de 2017

Sobre tempos de mudanças

Illumination -by Paige Bradley



Quer mudar, um aviso: isto dói. Porém, muitas vezes algumas transformações são necessárias; outras inerentes e irreversíveis.

Procure ser bom, mas não bonzinho. Diga “Não” sem culpa (nem sua e nem de ninguém). Seja amigável sempre, garimpe amizades. Valorize a adoração recíproca direta.

Seja sincero. Primeiro consigo. Logo depois com os outros. Respeite (relute) para não julgar. E para que a verdade seja apenas uma opinião.
Pratique resiliência. Queira aflorar empatias. Busque a sincronicidade.

Muito mais que agir, sempre que puder, deseje sentir. Torne-se sinestesia pura. Viva sinergicamente.

E por fim, mas não finito, ame conhecidos, amigos, amores, família na medida que lhes cabem, mas também na qualidade da mesma pura beleza.

E assim seja.


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

UM BRINDE A VOCÊ




Antes de comer, eu tenho que chupar. É a minha lei.

É o convite, efeito abre-alas para o intercurso.

Chupar exprime a total entrega.

Sempre quando lhe vejo, sinto essa gostosura ao meu lado, eu imagino você entregue a mim, e lhe chupando.

Virilhas, coxas, o roçar dos pentelhos e barba. Quero sentir o gosto de tudo. O cu, o esfíncter, os lábios, o clitóris. Sem pressa. Com muito desejo e tesão.

Cheiro, o gosto, o brilho molhado, tudo ao meu alcance e bel prazer.

A boca saliva, a respiração acelera, meu corpo vibra de pura felicidade.

Beijos os lábios. Em beijos ternos e tensos, minha língua curiosa procura a outra língua imaginaria bem fundo... minha fome é insaciável. Eu quero comer, quero sorver. Desço vou até o cu e chupo. Subo coloco o clitóris entre minha língua e os dentes.

Vejo a feliz a suspirar, e de olhos semi-serrados. Você merece mais. Dou-lhe mais!

Você geme. Afaga meus cabelos e prende minha cabeça entre suas pernas.

Você mexe. Pequenos rebolados em minha cara. Gosta do que faço. E sabe que adoro também.

Saliva, suor e sexo. Mistura que inebria. Contagia. Gruda-nos um ao outro.

Seu corpo começa a tesar. Minha cabeça é forçada pra entre as pernas. Você ofega. Você geme mais. Muito mais.

Sou voraz. Quero mais tempo a chupar. Recuo. Olho seu rosto. Mordisco a coxa, beijo a virilha. Você sorri, implorando agora que eu vá até o fim.

Seu desejo é uma ordem. Mordisco, lambo e chupo a sua buceta minha, busco o meu gozo seu. Acelero língua, dentes, lábios. Você quer gozar. E eu quero seu sabor em mim.

Seu corpo treme e me avisa: é hora de sorver, beber, sentir seu gosto em minha boca.

Você geme, grita. Em espasmos intensos, disritmia.

Você ri, você chora.

Você goza.

E eu brindo, e bebo – literalmente – a minha recompensa.






quinta-feira, 7 de julho de 2016

Livro A INVEJA O MAL SECRETO




Em uma de minhas leituras recentes, Inveja O Mal Secreto, de Zuenir Ventura, me debati com este tema intrigante, e de repente me questionei: Você é invejoso, Coisinho? Você é invejável?. Uma das coisas que descobri com esta leitura que a inveja é inconfessável. Mas, digamos, que esteja falando do espelho. Sim. E sim. Teve aquela vez mesmo que...

Desde pequeno temos inveja. Já dizia Melanie Klein. Da fartura e abundância à desilusão e frustração, o seio é a primeira coisa invejada pela criança. Meu irmão mamou até os 04 anos Que inveja! 

Depois Freud, e a inveja do pênis. Dizem estar relacionada mais com as mulheres. Na verdade, o que a inveja do pênis inveja no pênis é o gozo de um privilégio. Mas a quem diga que os homens, por razões não sub/inconscientes também têm entre si. E como!

Como dizia Francis Bacon, a alma humana se nutre do bem próprio ou do mal alheio. O problema não é a existência da inveja, aliás, uma dose de inveja é um impulso essencial para mudança; mas a prevalência ativa dela dentro do indivíduo é o que o destrói. 

E como este sentimento (pecado) não é quimicamente puro, dificilmente age sozinho, vem junto com o ódio, ciúme, a cobiça. O ódio é um estopim, um rompante. Imagine se juntar com o Ciúme, o não querer perder o que tem; e a Cobiça, o desejar o que é do outro. O pior que da inveja é que ela pode vim disfarçada, pois a inveja é o não querer que o outro tenha.

O fato de ser invejável parece menos doloroso, mas não é. Não o exime da culpa (deste pecado). Se você se reconhece invejável, você faz uso da mesma arma e, portanto sucumbiu a inveja. Quando invejamos ídolos, ícones, isto pode soar como admiração, ou alienação. Porque a ocorrência da inveja é muito mais evidente entre os pares: "o rei inveja o rei". Atualize o ditado, trocando as peças, colocando, no ditado, peão.

Nos tempos de hoje, que a solidariedade na alegria é uma coisa muito rara, e as pessoas gostam mais da gente quando estamos tristes; a inveja, que não goza de boa reputação, pode imperar. Se você não acredita  - eu acredito que o verdadeiro amigo é aquele que suporta o sucesso do outro, torce lá para aquele ditado das redes sociais: "Torce pra felicidade alheia, porque gente feliz cuida da própria vida".

Então, voltando a minha pessoa. Ops, ao espelho: refleti que sempre tive. E também realizei que muita energia negativa carregada. Eu sou o que sinto, e não vivo pra ser bateria, carregando-me negativamente. Hoje estou vivendo mais em paz, que certo.

Sob os mais variados pretextos, a inveja esteve/está presente em mim. Mas, hoje muito bem comportada. Não sei se por sorte, ou por controle (i)nato, não vivi - ou será que sobrevivi, àquele aspecto trágico, sofrível e frustrante da inveja: o  do ataque a mim mesmo.

A inveja é universal. E é verdade também é que todo mundo conhece um, mas é incapaz de admitir  ser. Eu me confessei aqui (mas não disse quais foram. Amém!). Não se aceitar, e querer/ precisar ser o outro é uma forma repugnante de se viver. A inveja é a arma dos incompetentes. Receita pra se combatê-la, parece simples, e veio de um bruxo/mago Paulo Coelho: Contra a inveja? Nada. É não tomar conhecimento e oração

E sigamos em frente.

domingo, 12 de junho de 2016

Sobre ENAMORAR-SE e o dia de hoje

ENAMORAR-SE é bom, mas... E NAMORAR? Só é bom SE...

Se puder sentir-se uma pessoa digna para tal, primeiramente amigx, Enamore. E namore, então, depois. Se quiser.

Enamorar(-se) transcende para além de outro. Enamorar aplica-se em estar apaixonado para além do que você é, e mais pelo que você faz, onde e com quem você (con)vive. Também. E parte de uma premissa fundamental: você mesmo.

Namorar, às vezes, pede uma projeção em alguém que muitas vezes pode não ser correspondida. É bom também, mas tem muito mais “condições adversas”.

Enamora um livro, um bom papo, o ocaso e o acaso. As mancadas e acertos. Enamorar o espelho, rir de si mesmo. Enamorar a solidão. E o silêncio. O melhor em/de você.

Entre namorar e enamorar existe um detalhe grafológico: a letra ‘E’. Que eu chamaria de Excelência. De Essencial. E em tempo de E-mail, E-bay, devo parafrasear aqui: “E-xisto, logo NAMORO”.

Amigas solteiras e guerreiras... Enamorem(-se)! Solteirões, e baladeiros... Enamorem(-se). Façam isso com convicção. E sem culpa.

Perdoem-me, os gostosões e gostosonas de plantão, mas ”NAMORAR pode ser bom SE... Mas ENAMORAR-SE é fundamental”.
O Datilógrafo


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