Mostrando postagens com marcador SONETOS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SONETOS. Mostrar todas as postagens

sábado, 18 de junho de 2011

SONETO FINGE DOR




Sinto-me completo fingidor. 
Sim, deveras inocente!
Às vezes, indecente trovador
De outrora quimeras dementes.

Sei que atrevo de fato,
Entre ilusões e amores tardios;
E se cometo algum desacato,
É por ter um imo vadio!

Ò dor, que revelo tanto!
Que dilacera o peito,
E acomete aos prantos!

Sei do amor que é vão!
E, por tal razão tenho feito,
Abarcar o coração!

sábado, 8 de janeiro de 2011

SONETO DAS SETE VIRTUDES


Serei casta, enquanto pura.
Mas, apenas tuas juras, não me bastam.
Humildemente evoco com louvor
Teu paciente amor, que aqui se faça.

Diligente serei a todo momento.
Sobre um sentimento em mim de esperança.
Carente de ti, sei que vivo;
Motivo qual refaz temperança.

Nem em mil quimeras negarei a isso,
És tamanha heresia!
Esperar-te-ei no infinito.

Ágape divina é o teu amor em mim!
E louvada seja a profecia
Que se fará, enfim.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

ODE AOS SEIOS

 


Primaz conforto do rebento que abrolha,

Fonte grata e pura de alento materno.

Delírios dos olhares sedentos de agora,

Nos ínfimos decotes, implantes modernos.

 

Minudência debutante os púberes cobiçam

Das donzelas inocentes que anseios atiçam.

Aspirados pares às mãos pelo toque

De suas curvas, meu risco e minha sorte!

 

Eriçam-lhes as carnes, ao instante dos lábios.

Entre carícias e malícias,

Desejos profanos, e sábios!

 

Para perecer entre taras e entremeios,

Ei de viver para venerar, eternamente,

Um lindo par de seios!



quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Soneto mal olhado

Espero-te’u da soleira
por um olhar, ‘tiquinho’ teu.
E te ver passar toda faceira,
faz um milagre do eterno breu.

Desfila diante de platéia indolente
todo encanto e tua graça.
Brilha mais que o sol fulgente
no lindo domingo de praça!

Tu és a menina dos meus olhos...
A menina pro meus sonhos.
"Não me suma de vista!"

Inspiração para minhas odes...
Se tu queres, tu podes
judiar de pobre artista!

sábado, 10 de julho de 2010

SONETO PENIANO

 


Verga dura tonta,

Retrato do macho viril,

Envergadura que sempre aponta

À puta que não pariu.

 

Falo que esconde à fenda

Ao usufruto de puro deleite.

Nutri com gosto sua fêmea

Na fonte de porra, de leite.

 

És mastro que retumba.

Que dilacera o hímen,

Que lhe deflora a bunda!

 

Pau que bate sem barulho

Torta linha ereta.

Erga-te, pênis, com muito orgulho!



quarta-feira, 7 de julho de 2010

SONETO À VAGINA

 


Delicado corte distrai

Com toda polpa e envergadura.

Inchaço cônico dá cura

A todo macho que atrai.

 

Lugar de aconchego fálico,

De semeados pelos púbicos.

Juras de encontros fatídicos

Em totais anseios públicos.

 

De bocas que nunca amei,

Melindra uma racha cheirosa.

Melosos lábios, beijar-te-ei!

 

Oh, triângulo sem bermudas!

Desejo e delírio por tua fenda ...

É tu, vagina, que a tudo afundas!



quinta-feira, 17 de junho de 2010

ÂNUOS POÉTICOS – O SONETO

 


Orifício recluso em bandas,

Feito de pregas sem costura.

Protegido pela bunda branca,

Eis a malquista criatura.

 

O caminho do reto finda.

De nádegas entende de fato.

Vive de boca pra baixo ainda

Elevado só em decúbito raro.

 

És Triste, redonda rosca!

De muitas saídas gloriosas,

E algumas entradas toscas.

 

E em todos os anais terão registro,

Sem que jamais se dessem conta,

O coitado cu, famigerado e sinistro!


LinkWithin

Related Posts with Thumbnails