domingo, 10 de julho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
SONETO FINGE DOR
sábado, 8 de janeiro de 2011
SONETO DAS SETE VIRTUDES
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
ODE AOS SEIOS
Primaz conforto do rebento que abrolha,
Fonte grata e pura de alento materno.
Delírios dos olhares sedentos de agora,
Nos ínfimos decotes, implantes modernos.
Minudência debutante os púberes cobiçam
Das donzelas inocentes que anseios atiçam.
Aspirados pares às mãos pelo toque
De suas curvas, meu risco e minha sorte!
Eriçam-lhes as carnes, ao instante dos lábios.
Entre carícias e malícias,
Desejos profanos, e sábios!
Para perecer entre taras e entremeios,
Ei de viver para venerar, eternamente,
Um lindo par de seios!
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Soneto mal olhado
Espero-te’u da soleirapor um olhar, ‘tiquinho’ teu.
E te ver passar toda faceira,
faz um milagre do eterno breu.
Desfila diante de platéia indolente
todo encanto e tua graça.
Brilha mais que o sol fulgente
no lindo domingo de praça!
Tu és a menina dos meus olhos...
A menina pro meus sonhos.
"Não me suma de vista!"
Inspiração para minhas odes...
Se tu queres, tu podes
judiar de pobre artista!
sábado, 10 de julho de 2010
SONETO PENIANO
Verga dura tonta,
Retrato do macho viril,
Envergadura que sempre aponta
À puta que não pariu.
Falo que esconde à fenda
Ao usufruto de puro deleite.
Nutri com gosto sua fêmea
Na fonte de porra, de leite.
És mastro que retumba.
Que dilacera o hímen,
Que lhe deflora a bunda!
Pau que bate sem barulho
Torta linha ereta.
Erga-te, pênis, com muito orgulho!
quarta-feira, 7 de julho de 2010
SONETO À VAGINA
Delicado corte distrai
Com toda polpa e envergadura.
Inchaço cônico dá cura
A todo macho que atrai.
Lugar de aconchego fálico,
De semeados pelos púbicos.
Juras de encontros fatídicos
Em totais anseios públicos.
De bocas que nunca amei,
Melindra uma racha cheirosa.
Melosos lábios, beijar-te-ei!
Oh, triângulo sem bermudas!
Desejo e delírio por tua fenda ...
É tu, vagina, que a tudo afundas!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
ÂNUOS POÉTICOS – O SONETO
Orifício recluso em bandas,
Feito de pregas sem costura.
Protegido pela bunda branca,
Eis a malquista criatura.
O caminho do reto finda.
De nádegas entende de fato.
Vive de boca pra baixo ainda
Elevado só em decúbito raro.
És Triste, redonda rosca!
De muitas saídas gloriosas,
E algumas entradas toscas.
E em todos os anais terão registro,
Sem que jamais se dessem conta,






