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quarta-feira, 7 de março de 2012
sábado, 23 de julho de 2011
Simplesmente amei esse video, quando assisti...
Kids Have the Greatest Imaginations! brought to you by Free Videos
...não sei porque.
Francesinha Linda!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
IMAGINATION (7)
I could stay still, feeling so sad
Instead of it, I love to play so badly!
I dream flying all over the sea,
But then I wake up,
I slip on the floor,
walking on my feet.
![]() |
I wish my elephant could be thin,
running and jumping so fast!
But what happens, in deed,
It’s so happy being fat!
My top could be made by iron, not wood
So, am I able to spin so high, so good?
I‘d be born older, and dying as a kid.
I'd win my X-Games, no defeats!
If so, would I have all friends that I need?
I could wish whatever I want:
Having an iron top, wining games, or a thin elephant.
Just I snap my fingers in an instant!
So using my mind’s creation…
That’s imagination!
IMAGINAÇÃO (7)
Eu podia ficar quietinha, no canto tristinha;
Mas eu quero sonha de montão,
Deixar fluir minha emoção!
Eu quero voar nessa imensidão...
Mas, da cama, assim que levanto,
Escorrego pro chão!
Ai que espanto!
E corresse e pulasse bem rapidinho?
Mas pra lá e pra cá brinca o grandão!
Contente e feliz, assim é meu fofão!
Mas no céu?
Um pião?
Viraria balão!
Um pião?
Viraria balão!
E morresse bem moço?
Será que eu teria os mesmos amigos de novo?
Eu posso desejar o que eu quiser:
Um pião-balão; elefante magrinho;
Ser bem velhinho!
Mas pra ter sonhos de montão,
É só usar a imaginação!
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
POESIA DA PALAVRINHA SEM FIM
Era uma vez uma palavrinha
sozinha no seu canto,
Não valia o que fazia,
Vivia sempre aos prantos!
Ela não entendia
ver outros correndo;
alguns dela diziam
ter um medo horrendo!
A tristeza a zombava,
Se achava triunfante.
Mas na verdade era inveja
Do seu astral brilhante.
Parceira da alegria
de todas as horas.
A amizade já conhecia
dos tempos de outrora.
Ela vem e aparece
nos melhores momentos.
Tem uns que agradece,
e outros até ficam devendo!
Não importa o que façam,
Peçam a ela uma ajuda.
Facilita o trabalho
E o bom Deus nos acuda!
Se querem saber
De que estou falando,
Esperem um pouquinho
Já, já está chegando!
Toda mãe reconhece
Num estalar de dedo.
Os enamorados a dividem
Sem afã e sem medo.
Aqui me despeço
Em sua reverência e louvor.
Já sabem de que estou falando?
Muito simples: É de AMOR...
Quem achou que acabou?
Que pena... Ai de mim!
Pois o verdadeiro amor,
Este não tem é fim!
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Bagunça no bar da Saúva
Lá chegou o Pato,
o Ganso e o Marreco.
Tomar umas duas,
“na viúva”, no boteco.
Ânimos exaltados mudam depressa a situação:
“Passaram a mão no abdômen
das meninas, no salão!”

Cadê, cadê, cadê?
Foi aquele fuzuê!
É Curió cantando de galo;
e Galo sem sabe o que fazer!

O caldeirão ferveu,
a poeira subia.
A Lagarta nem se mexia:
Era só... Alergia!
Botando ordem no pedaço,
um baixinho marrento.
Só poderia ser ele:
O Escaravelho sargento.

A Minhoca se enrolou,
e nada disse.
“É X-9, patife!”

A Traça, que é traíra,
delatou logo o culpado.
Olha só quem diria...
E não é que foi o Pato?
“Peremptória ocasião,
para este inquietante colóquio...”
Discursava a Mutuca
o seu velho bolodório!

O ‘Louva’, bêbado no faniquito,
parou tudo, deu um grito:
“Viva a ditadura... E a picadura...
do Mosquito!”
A história se repete mais uma vez:
O que começa no bufete
vai terminar é no xadrez!
É sempre a maior sensação,
esse Bar da Saúva...
“Tá procura de emoção?
Vem pra cá, Não se iluda!”
o Ganso e o Marreco.
Tomar umas duas,
“na viúva”, no boteco.
“Dois conhaques, uma pinga!”
Prontamente atendido pela Jacutinga.
Prontamente atendido pela Jacutinga.
Papo vai, papo vem;
Olha quem apareceu mais além?
Olha quem apareceu mais além?
Bem no meio do salão,
A Tanajura, a Abelha, e a Vespa.
Rebolando no maior sambão!
“Vambora maestro, hoje é sexta!”
A Tanajura, a Abelha, e a Vespa.
Rebolando no maior sambão!
“Vambora maestro, hoje é sexta!”
Ânimos exaltados mudam depressa a situação:
“Passaram a mão no abdômen
das meninas, no salão!”
“No abdômen? Sem problemas.
Ainda que fosse na B****”
Aí que se deu a querela.
Foi uma ofensa, Profunda...
Ainda que fosse na B****”
Aí que se deu a querela.
Foi uma ofensa, Profunda...
A Centopéia trocando as pernas
veio tentar apaziguar...
Hum, isso não é bom,
já sei no que a vai dar!
veio tentar apaziguar...
Hum, isso não é bom,
já sei no que a vai dar!
No que o Marreco deu pitaco
na muvuca do boteco
O Zangão no desaforo
já deu logo um peteleco.
na muvuca do boteco
O Zangão no desaforo
já deu logo um peteleco.

Cadê, cadê, cadê?
Foi aquele fuzuê!
É Curió cantando de galo;
e Galo sem sabe o que fazer!
Foi um pega-pá-capá;
era Aranha jogando capoeira!
Pata aqui, pata acolá;
e Bicho-pau caindo na madeira!
era Aranha jogando capoeira!
Pata aqui, pata acolá;
e Bicho-pau caindo na madeira!
Um Papagaio irado gritou:
Afoga o ganso, afoga o ganso!
Era rixa antiga
desse velho corno manso.
Afoga o ganso, afoga o ganso!
Era rixa antiga
desse velho corno manso.
O paparazzo Vaga-lume trouxe a luz,
veio dar o bote.
E o Tatu e a Cotia, que curtia pacas,
evitaram os holofotes.
veio dar o bote.
E o Tatu e a Cotia, que curtia pacas,
evitaram os holofotes.

A Viúva negra assistia de sua teia.
E rezava, e gritava:
“Jesus, Jesus me chicoteia!”
E rezava, e gritava:
“Jesus, Jesus me chicoteia!”
O caldeirão ferveu,
a poeira subia.
A Lagarta nem se mexia:
Era só... Alergia!
E a Barata e a Pulga que curtiam o ‘maior barato’?
Tiveram de sumir com a naftalina E fugiram logo pelo ralo...
Tiveram de sumir com a naftalina E fugiram logo pelo ralo...
Eis que a vida imita a arte.
De repente surge em cena uma Joaninha.
Faz parte!
De repente surge em cena uma Joaninha.
Faz parte!
Mas agora mesmo que fedeu...
Chegou o delegado Percevejo:
F*#*#!
Chegou o delegado Percevejo:
F*#*#!
E a turma do deixa-disso chegou,
foi logo dizendo:
“Abre a roda, aquieta o facho.
Ordem no estabelecimento!”
foi logo dizendo:
“Abre a roda, aquieta o facho.
Ordem no estabelecimento!”
Botando ordem no pedaço,
um baixinho marrento.
Só poderia ser ele:
O Escaravelho sargento.
O Ganso que não era manso,
não dava ponto sem nó.
O Percevejo se irritou,
mandou logo pro xilindró!
não dava ponto sem nó.
O Percevejo se irritou,
mandou logo pro xilindró!
O Louva-deus embriagado jura,
diz que foi a Tanajura.
diz que foi a Tanajura.
A formiga replicou:
“Doutor, Esse aí, não tem mais ‘cura’!
Sabe o que ele tá precisando?
É de tomar uma outra ‘dura’!”
“Doutor, Esse aí, não tem mais ‘cura’!
Sabe o que ele tá precisando?
É de tomar uma outra ‘dura’!”
A boca miúda,
o Cupim dizia:
“Esse verdão afoga as mágoas
– do Ganso –todo dia...”
o Cupim dizia:
“Esse verdão afoga as mágoas
– do Ganso –todo dia...”

A Minhoca se enrolou,
e nada disse.
“É X-9, patife!”

A Traça, que é traíra,
delatou logo o culpado.
Olha só quem diria...
E não é que foi o Pato?
“Peremptória ocasião,
para este inquietante colóquio...”
Discursava a Mutuca
o seu velho bolodório!
O ‘Louva’, bêbado no faniquito,
parou tudo, deu um grito:
“Viva a ditadura... E a picadura...
do Mosquito!”
A história se repete mais uma vez:
O que começa no bufete
vai terminar é no xadrez!
É sempre a maior sensação,
esse Bar da Saúva...
“Tá procura de emoção?
Vem pra cá, Não se iluda!”
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
O que é racismo?
Racismo é ignorância,
Que gera intolerância.
E não foi isso que aprendemos na infância.
Cafuso não nos deixa confuso,
Mameluco não é "coisa de maluco,"
Nem caboclo é" negócio de louco!"
Somos uma raça só
Sem pena , com graça , sem dó.
Amarelo, branco ou preto
Vivemos num imenso gueto.
E antes que você esqueça
e a pra aqueles que ainda insistem.
Pensem no que o poeta disse:
"Racismo é burrice".
Que gera intolerância.
E não foi isso que aprendemos na infância.
Cafuso não nos deixa confuso,
Mameluco não é "coisa de maluco,"
Nem caboclo é" negócio de louco!"
Somos uma raça só
Sem pena , com graça , sem dó.
Amarelo, branco ou preto
Vivemos num imenso gueto.
E antes que você esqueça
e a pra aqueles que ainda insistem.
Pensem no que o poeta disse:
"Racismo é burrice".
[Em parceria com Matheus Castro de Oliveira 8ª série Vitória Régia]
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
A PULGA

Eu vou te falar:
Coça aqui, coça acolá.
Que bichinho sabichão
Pula daqui e não é mole, não!
O melhor amigo do homem,
Leal e companheiro,
Coça daqui e dali,
Mas não encontra seu paradeiro.
Ela não lhe deixa em paz.
Não dorme sossegado,
Não come tranqüilo.
Esse bicho é traquino!
Que chatice!
Essa pulga atropela
O pelo no átrio
Da minha calvície.
Mais uma sandice
Da pulga sapeca.
Saltita, saltita;
Coceira maldita!
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