Reflita-me e te direi quem es
Um blog de versões e ins-pirações.
quinta-feira, 16 de abril de 2026
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
SOCIEDADE DO CANSAÇO
SOCIEDADE
DO CANSAÇO
Eu resolvi comprar esse
livro quando eu vi uma entrevista no Instagram Desculpe não sei quem foi, mais
eu gostei muito do título: Sociedade Do Cansaço
No primeiro capítulo
intitulado de A Violência Neuronal, o autor, filosofo Byung-Shul Han
distingue a sociedade Moderna da pós-Moderna. A sociedade Moderna era
imunológica, viral e bacteriológica. Tinha cura nas vacinas, nas drogas - as
doenças “eram virais”. Os males aqui eram “de fora para dentro”. Enxergava
alteridade e a estranheza. Era a sociedade da negatividade, da obediência: a sociedade disciplinar.
A sociedade pós-moderna
ou sociedade neuronal, como o próprio nome diz, é neurológica, a das terapias e
dos traumas. Em vez de enxergar a alteridade, vê a diferença (o outro para
menor), Em lugar da estranheza o exotismo (proibido). É um excesso de
positividade causando depressões, TDAH, síndrome de burnout, transtornos de
personalidade limítrofe. Sociedade de auto-gestão: a
sociedade de desempenho. Aqui os males são de “dentro para fora”.
No capítulo 2 Além
Da Sociedade Disciplina, autor explica que sai a sociedade disciplinar,
aquela da negatividade do dever, e entra a sociedade de desempenho, a da
positividade do poder. O poder sobre si mesmo se transforma em escravidão de si
mesmo, quando a farsa de que nada é
possível vira uma crença social que nada
é impossível. Isso provoca um esgotamento depressivo, e não recai sobre o
fato de obedecer a si mesmo, mas sim, na pressão do desempenho sobre si mesmo.
Perdeu-se o Tédio
Profundo (capítulo 3). O excesso de positividade, de falsos poderes, ocasiona
excessos de estímulos, nos causa a função multitarefa - aquela que faz tudo e
ao mesmo tempo não faz nada; coisas rasas, transitórias. A hiperatenção acarretando
menos sono, menos Descanso físico; menos tédio, menos Descanso espiritual. Existe
aqui uma perda da introspecção, do conhecimento do eu, da intimidade, da
espiritualidade. O filósofo recobra os deveres - a potência da negatividade, a
concentração do laboro, a atenção profunda e contemplativa, (o nosso ócio
criativo!) Determinante para o descanso espiritual e inspirador
Han descreve no capítulo
4 Vita
Activa que há uma degradação que tradicionalmente nossa vida ativa, que era
mais contemplativa; a atividade heroica, o ser era um agente que tinha fé em
suas obras e na finitude delas. Na modernidade, há mais agitação, uma
passividade mortal. O homem virou animal
laborans: nada dura, as coisas subsistem, tudo é transitório. Motivando
nervosismos e inquietações. O homem é prisioneiro e vigia, vítima e agressor
do/no próprio ambiente de trabalho
A
Pedagogia Do Ver
é o capítulo 5, em que o escritor os convida à retomada da vida contemplativa;
do olhar demorado, profundo e lento; do reaprender a ver, e da não reação
imediata aos estímulos. Devemos ter o controle dos estímulos inibitórios e
limitativos, com o fazer soberano que diz não, e que não dá margem às
inquietudes e as hiperatividades. A volta da negatividade da interrupção, do
combate à estupidez mecânica, para promover a ira, e para reacender as
potências negativas e positivas do ser .
No
capítulo 6 ele conta o Caso de Bartleby que, na visão da
sociedade disciplinar, é um personagem que faz uma revolta passiva contra o
capitalismo e a burocracia; contra a alienação e a solidão; contra a limitação
da empatia; e ainda assim o “preferir não” como uma Liberdade. O autor e
filósofo pós-moderno tem uma visão para além, como sociedade desempenho, quando
a passividade do personagem demonstra um esgotamento do animal laborans que vive na estupidez mecânica, mas ainda assim,
educadamente, tenta negar - a recorrer
sua potência negativa, contra tudo e a todos a sua volta.
E
no último capítulo Sociedade Do Cansaço, o filósofo descreve esta sociedade com
uma sociedade do desempenho, uma sociedade (pali)ativa pelo ‘doping’ que reduz a
vitalidade (algo complexo) a uma função vital e um desempenho vital. Desempenho sem desempenho. devido ao cansaço solitário, individual, isolado: “ninguém
pode, ninguém quer um mau desempenho” – é
preciso manter a farsa do desempenho. Ele confirma que o cansaço de esgotamento
é incapacitante, e o cansaço que inspira é o da potência negativa, o do não
fazer!
Ainda
tenho mais dois livros desse autor em minha lista de leitura...
domingo, 22 de fevereiro de 2026
Foi uma grata surpresa,
receber este livro no encontro de conclusão do curso COBEM - ESDE 2. Foi um
livro, assim, bem cativante, que eu fui lendo aos poucos. O primeiro capítulo
fala Do
Grande Desafio que Jesus é, inigualável: haverá grandes nomes,
houve grandes nomes na história, mas nenhum até hoje é capaz de ter a sua
dimensão: você pode gostar, ou não gostar; acreditar ou não acreditar, mas ele
está em pauta até hoje.
O segundo capítulo fala
da Grande
Luz que o seu ensinamento que esclarece e liberta. O livro mostra que
tudo começou lá na Galileia, e se espalhou pelo mundo, os seus ensinamentos e
reflexões, através das parábolas. Para além da galileia, Na Transjordânia A Liberdade (7), descobrimos porque passamos por [outros novos] caminhos, às vezes,
rudes, áridos – íntimos- para que esta
Liberdade (de amor pleno) seja internalizada, calcificada em nós
No capítulo 3, o poder
do verbo é destacado em uma de suas reflexões: O sermão da Montanha (A
Magna Carta) – a elevação dos bem-aventurados. Esses
Herdeiros Da Terra voltam, no capítulo 6, a ser mencionados, através
das inquietações de Simão Pedro, e desvendamos que o homem é inimigo do próprio
homem.
Nos dois capítulos
seguintes, a ênfase na Vida Futura. Glória Da Vida (4), fala da
ressurreição, tendo como pano de fundo a história de Lázaro. No outro seguinte
- Prenúncios
De Era Nova (5), é a vida Futura -
o Reino que está dentro de nós. Para que eles ainda que não entendem o
quão maravilhoso e intenso é este Reino, o capítulo 9 Candidatos ao Reino [que
não é deste mundo! ] narra a história de três candidatos que queriam participar
sua na edificação. A intangibilidade do Reino ainda detém uma dificuldade de
entendimento para alguns de nós.
Em A Era Do Amor [e do perdão]
(Capítulo 8), explana porque Jesus diz “amai vossos inimigos”, o Fariseu e a
lei de talião exemplificam por que devemos fazer aos outros o que querem que
façam conosco. Usando o perdão para nos libertar, e sendo ele o protótipo de
amor, O Perdão A Melhor Terapia é o tema do capítulo 13. O exemplo do
servidor endividado e perdoado, e que cobrava dívidas – Perdoe se quiser ser
perdoado. Pague o mal sempre com o bem. E continua no capitulo 20 – O
Poema Do Perdão, Pedro Simão com suas Indagações sobre perdão, e Ele
responde: “perdoai não 7, mas 70 × 7 vezes.
Mas isso não significa esquecer de suas responsabilidades pelos seus atos. No
capítulo 10, Jesus nos ensina, novamente através de Simão Pedro que o Amor
Sem Limites é o amor do desapego
A Cegueira Maior (Capítulo 11) – a que
é da alma, nos confirma que as pessoas veem, mas não querem enxergar. O cego Bartimeu
de Jericó ilustra muito bem disso. Talvez porque Os Expulsaram-No Dali (Capítulo
12),
O “ali” é de dentro de nós, porque ainda perdura as heranças primitivas do
ódio, orgulho, violência e miséria até hoje no nosso mundo.
A história do falso rico
Analec Bar Aquis é relatada o
capítulo 14 A Confiança Em Deus, que nos conta que apesar de tudo e de
todos, devemos manter a nossa fé no nosso Senhor, porque dias de abundância e
destaques sucederão os de penúria e sofrimento. E quem nunca pegou? Quem tem
arrependimento, confiança e paciência vai ao seu Encontro De Reparação
(Capítulo 15). Com também os exemplos da adúltera, e depois, com a mulher abandonada
nosso Anjo Da Fé (Capítulo 21) evidencia que quando cremos, fazemos o
bem, com sentimentos verdadeiros, a reparação é real.
Oremos. Para louvar,
pedir (e confiar), e agradecer. Aprecie, é uma arte (Capítulo 16).
Vivenciamos aqueles que
defendem Jesus sofrerem As Agressões físicas e Morais Pelo
Mundo (Capítulo 17), mas, ainda assim, Ele reafirma que nós devemos
pagar o mal com o bem sempre: isto é uma grande missão; por isso, muitos são
chamados; e poucos, escolhidos.
Zaqueu, o rico de
humildade, com o seu Inesquecível Diálogo (Capítulo 18). nos fez lembrar que nós todos somos
usufrutuários das riquezas no mundo. Qualquer trabalho que se preste a fazer, o
faça com dignidade, pois o que você leva da vida é a vida que você leva.
O paralítico da fonte
(quem?) Seria mais um dos muitos que Jesus ordenou: “Ergue-Te E Vai! (Capítulo
19). Jesus não nos distingue, Ele apenas prova e faz que creiamos Nele. Hoje.
Agora. Sempre.
Pedro Simão aparece mais
uma vez do capítulo 22. Jesus fala da sua negação, mas também fala do seu
arrependimento, na sua devoção, no seu restabelecimento e fortalecimento para
que ele Fortaleça Os Teus Irmãos - os desfalecidos e os caídos. Ele nos lembra
que nunca é tarde pra nos arrependermos e um dia [voltar a] crer, e vivenciar o
evangelho
“Tudo está consumado! ” Disse
Jesus no seu calvário. E Ele pede que O Anjo Da Misericórdia (Capítulo 23)
finque na Terra a fé, a Esperança e a Caridade. Para que essa trindade esteja
nos corações humanos quando as dores atingirem o máximo de intensidade, quando
a ira tentar se manifestar, e desejos obscuros tentarem se aparecer
Ainda sobre o calvário os
dois últimos capítulos. O penúltimo (24) fala sobre três personalidades: Barrabás,
a “moeda de troca”, a conveniência dos poderosos, o “perdão conveniente”; Pilatos
“que lava as mãos”, omisso. , mais tarde execrado. E Jesus, como sempre justo,
digno e verdadeiro, que vai da Prisão à Liberdade (25), do martírio
a Gloria.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 25 de dezembro de 2025
ODE AO ESPÍRITO SANTO
AGRADEÇO, Ó Espírito Santo, por nos Protegeres:
Ao acordar, guiando nossa caminhada diária por onde quiseres, como desejares;
E ao dormir, zelando nossos sonhos, prezando nosso sono.
RECONHEÇO, Ó Espírito Santo, por nos Ensinares...
Perfazendo conosco uma jornada produtiva e edificante.
Hoje e sempre.
LOUVO, Ó Espírito Santo, por nos Encheres...
E assim, encontrar-nos preenchidos do bálsamo do Teu amor,
E iluminados como Tua centelha Divina.
CELEBRO, Ó Espírito Santo, por Congregares...
Os homens de boa vontade e os homens de pouca fé,
Em paz e harmonia
ESPERO em Ti, Espírito Santo, por nos Conceberes...
Com coragem e sabedoria,
sobretudo nos momentos valorosos e oportunos.
E em Ti CONFIO Espírito Santo, pois nos Elevas...
Em Teu colo, em Teus braços, às alturas.
Sempre que os medos e as incertezas nos fizerem derrubar.
E Assim Seja. Amém!
domingo, 12 de outubro de 2025
domingo, 26 de março de 2023
terça-feira, 22 de novembro de 2022
quarta-feira, 7 de abril de 2021
PAZ IX
Desejo a você...
Andar com fé,
Café e cafuné.
cheiro de gente,
Saúde mental decente.
Delícias e desejos,
Um pouco mais do mesmo.
Bocejo na rede.
Saciada sede.
distanciamento social,
discernimento e moral.
Ser capaz.
Sem mais,
Paz.
quinta-feira, 26 de novembro de 2020
EXISTÊNCIA
Há pessoas que nos arroubam
Há pessoas que nos removem
Há pessoas que nos louvam.
Há pessoas que nos revolvem.
.
Há pessoas que nos douram.
Há pessoas que nos derretem.
.
Há pessoas que nos cancelam.
Há pessoas que nos conhecem.
.
Há pessoas que nos amam...
Há pessoas que nos esquecem.
.
Há pessoas para tudo.
quarta-feira, 28 de outubro de 2020
TU QUERES QUE EU TE COMA (para ela)
Tu queres que eu coma...
Com toda fome que tu ofereces,
Que meu falo torto o teu cone merece.
Eu sei o que tu queres que eu coma...
Mas que antes eu morda, que eu chupe
Depois a ti “lambuze e abuse”
Ao te fazeres de prenda,
Para que a ti me renda.
Como teu homem, teu amor
Com respeito, com honra...
Com carinho e fervor,
Tu queres que eu te coma!
segunda-feira, 26 de outubro de 2020
EU QUERO QUE TU ME COMAS (para ele)
Eu quero que tu me comas...
Com toda fome que me cabes sim,
Que em tua boca eu me encaixes assim!
Eu quero que tu me comas...
Abusa-me. Lambuza-me.
No cio, me tremes
Em tua alma me prendes
Por horas a fio
Venha, meu macho!
Com amor, sem vergonha...
De cima a baixo,
Eu quero que tu me comas!
sábado, 10 de agosto de 2019
FELIZ DIAS DOS PAIS
sexta-feira, 19 de julho de 2019
Sobre uma unha...
segunda-feira, 8 de julho de 2019
- ·
Apenas ser. (Re) conhecer
(-se) no silêncio
- ·
Comungar,
comtemplar com a natureza
- ·
Praticar o não-julgamento
- ·
Plantar para colher
- ·
Doar (o melhor)
colher e receber (agradecido). SEMPRE
- · Fazer escolhas conscientes
– e espontâneas – agora, para consequências confortáveis no futuro
- ·
Praticar a
aceitação – tudo é como dever ser.
- · Assumir responsabilidade
por toda sua situação e problemas, sem culpar nada ou ninguém
- · Desarmar seu
espirito da necessidade de convencer e persuadir o outro – percepção da
indefensibilidade
- ·
Atento (desejar),
logo transformo (intencionar)
- ·
Fazer uma lista,
confiar e meditar diariamente sobre ela
- ·
Concentre-se no
processo da conquista, não no resultado
- · Liberar-se da rigidez impostas sobre si mesmo e sobre os outros – são como devem ser
- ·
Acreditar que a
incerteza é um campo de possibilidades, de infinitas escolhas, e de soluções espontâneas
- ·
Carregar consigo a
consciência da atemporalidade
- ·
Conhecer sua singularidade
– seus talentos únicos
- ·
Servir a ajudar
bem, para o bem
sexta-feira, 28 de junho de 2019
SOBRE ESPIRITUALIDADE
quinta-feira, 27 de junho de 2019
PAZ VIII
– Oração e vigília.
segunda-feira, 24 de junho de 2019
Sobre a reforma íntima do 'Nosso Lar'
- Tenha autodomínio. Discipline os lábios.
- Controle sua cólera. Crie pensamentos novos.
- Não lamente tua dor. Livra-te do padecimento e busca a luta edificante.
- Trate bem teu semelhante.
- Reconheça dignidade e satisfação e todo trabalho.
- Não te desvies da obrigação justa.
sexta-feira, 5 de abril de 2019
PAZ VII
Vêm amizades de alma e corpo inteiros.
Tempere tudo a gosto.





