terça-feira, 9 de junho de 2009

O avesso de mim



Eu juro que vou (te) esquecer

Hoje eu acordei outra  vez prometendo te esquecer.Não quero mais pronunciar seu nome, meu amor!
Vou esquecer o dia que nos conhecemos, naquela tarde do começo de novembro...ainda me lembro. Mas vou esquecer.

Vou esquecer também o teu jeito despojado que me cativou de primeira e me fez voltar acreditar no amor. Eu juro, vou esquecer!


As risadas, os choros, os sermões. Isso era engraçado por que... Tenho que esquecer. Isso. É isso que eu vou fazer!


Aquelas noites de sono que perdi zelando o teu, ali acolhidas em meus braços... Esqueça rapaz! Esqueça.


Não quero mais saber dos sussurros ao pé do ouvido, suspiros de alivio, teu cheiro, teu toque... Eu juro.


E quando passar por ti, não te irei encarar, ainda que quando seguiste, eu der uma olhada – só pra conferir – se não me ignoras também.


Esquecerei todos os retalhos-detalhes: espelho, serenidade, conchas, ansiedade e desejo, convicta indecisão, velocidade, devaneios, verdades e mentiras, flores no caminho,”Estou aqui”, alma e carne, caráter.Abismo.


Eu juro ,meu amor. E, quando eu fizer isso, não saberei quem sou , pois não estarei mais te refletindo.


***
E isso será o (meu) fim.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

A quem interessar,poss(t)a....


RIFA-SE UM CORAÇÃO (quase novo...)
Rifa-se um coração quase novo. Um coração idealista. Um coração como poucos. Um coração à moda antiga. Um coração moleque que insiste em pregar peças no seu usuário.
Rifa-se um coração que na realidade está um pouco usado, meio calejado, muito machucado e que teima em alimentar sonhos, e cultivar ilusões. Um pouco inconseqüente que nunca desiste de acreditar nas pessoas. Um leviano e precipitado, coração que acha que Tim Maia estava certo quando escreveu... "Não quero dinheiro, eu quero amor sincero, é isso que eu espero...". Um idealista... Um verdadeiro sonhador...
Rifa-se um coração que nunca aprende. Que não endurece, e mantém sempre vivo a esperança de ser feliz, sendo simples e natural. Um coração insensato que comanda o racional sendo louco o suficiente para se apaixonar. Um furioso suicida que vive procurando relações e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste em cometer sempre os mesmos erros. Este coração que erra, briga, se expõe. Perde o juízo por completo em nome de causas e paixões. Sai do sério e, às vezes revê suas posições arrependido de palavras e gestos. Este coração tantas vezes incompreendido. Tantas vezes provocado. Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional que, abre sorrisos tão largos que quase dá pra engolir as orelhas, mas que também arranca lágrimas e faz murchar o rosto. Um coração para ser alugado, ou mesmo utilizado por quem gosta de emoções fortes. Um órgão abestado indicado apenas para quem quer viver intensamente e, contra indicado para os que apenas pretendem passar pela vida matando o tempo, defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração tão inocente que se mostra sem armaduras e deixa louco o seu usuário. Um coração que quando parar de bater ouvirá o seu usuário dizer para São Pedro na hora da prestação de contas: “O Senhor poder conferir, eu fiz tudo certo, só errei quando coloquei sentimento. Só fiz bobagens e me dei mal quando ouvi este louco coração de criança que insiste em não endurecer e, se recusa a envelhecer”.
Rifa-se um coração, ou mesmo troca-se por outro que tenha um pouco mais de juízo. Um órgão mais fiel ao seu usuário. Um amigo do peito que não maltrate tanto o ser que o abriga. Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo, mas que incomoda um bocado. Um verdadeiro caçador de aventuras que, ainda não foi adotado, provavelmente, por se recusar a cultivar ares selvagens ou racionais, por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio, sem raça, sem pedigree. Um simples coração humano. Um impulsivo membro de comportamento até meio ultrapassado. Um modelo cheio de defeitos que, mesmo estando fora do mercado, faz questão de não se modernizar, mas vez por outra, constrange o corpo que o domina. Um velho coração que convence seu usuário a publicar seus segredos e, a ter a petulância de se aventurar como poeta.


RIFFLE A YOUNG HEART (not quiet new…)
Riffle a young Heart – not quite new – an idealist one, and unlike any thing else. Although he is an old fashioned, this newborn Heart insists to fool around his owner.
Riffle a young Heart, who is a little bit used and a little tired, wondering for dreams and illusions. The passionate one, who never gives up having trust in all people, an adventure and trivial one who believes that “the money loses ever, when the love last forever…”Romantic. Truly dreamer.
Riffle a young Heart, who never does as you are told. On the other hand, he is so sweet and keeps the faith in order to be happy, simply and naturally; a crazy Heart who gives orders, all the time, to his owner to be in love; an anxious heart seeking for earnest and intense relationships.
Riffle a young Heart, who commits the same mistakes constantly. This heart does the wrongs, fight, was exposure. He used to loose his temper because of passion and enthusiasm, and, sometimes, regret about his attitudes. He is misunderstood, hot and bothered, and impulsive, most of the time.
Riffle a young, insecure Heart who loves to make laugh, but doesn’t forget to cry over. The one who wants to be delivered by someone finds irresistible strong feelings and intensive life. It is not acceptable to someone who wastes his or her time with nothing and avoids any kind of emotion.
Riffle a young, innocent Heart; who drives his owner crazy. When He brings to an end, He will listen to his holder talking to San Peter into heaven: “It is all clear, Sir. You may check this out. My only mistake was to fulfill with feeling. I was a foolish man who was all ears to this young Heart who doesn’t become settled and refuses to grow older”.
Riffle a young Heart, or even exchange to another with little more reason. A faithful one who doesn’t hurt the man held softly with carefulness: A Heart alive with sense of duty.
Riffle a young Heart, who never see, hear, or speak any speech; but bothers a lot. A real challenger, who was not adopted so far, because He is not inclined to wild or rational attitudes, in order to loose his manner.
Offer a young, vain, doomed to failure Heart; an ordinary human heart, an involuntary muscle, in old fashion without an updated. A not-so-young Heart who makes his owner let everybody knows each and every one of his secrets, and make him believe like such poet.


RIFASE UN CORAZÓN (casi nuevo...)
Rifase un corazón casi nuevo. Un corazón idealista. Un corazón como pocos. Un corazón a la moda antigua. Un corazón infantil que insiste bromear su usuario.
Rifase un corazón que en realidad está poco usado, medio padecido, medio molestado y que insiste alimentar ensueños y cultivar ilusiones. Un poco inconsecuente que nunca desiste de creer en las personas. Un liviano y deseoso, un corazón acreedor que “dinero no es importante; y sí, un amor en cada instante…”. Un romántico… un verdadero soñador.
Rifase un corazón que nunca aprende, que no endurece y mantiene siempre viva la esperanza de ser feliz, siendo sencillo y natural. Un corazón insensato que comanda la razón y siendo loco bastante para apasionarse. Un furioso suicida que vive intentando relaciones y emociones verdaderas.
Rifase un corazón que insiste cometer los mismos equívocos. Este corazón que confunde, pelea, se muestra. Pierde los estribos totalmente por las causas y las pasiones. Aburrase y, a veces, rever arrepentido sus posturas de palabras y gestos. Este corazón, tantas veces, incomprendido; tantas veces, provocado; tantas veces, impulsivo.
Rifase este desequilibrado emocional que, rasga sonrisas tan largos que case engulle las orillas, pero que también arranca lagrimas y hace mochar un rostro. Un corazón para ser arrendado, o hasta mismo utilizado por quien le gusta emociones fuertes. Un órgano distraído indicado solo para quien gusta vivir intensamente y, contra-indicado para los que intentan pasar por la vida sin ahogos, defendiéndose de las emociones.
Rifase un corazón tan inocente que se muestra sin armaduras y enloquece su usuario. Un corazón que cuando parar de pulsar, escuchará su usuario decir para San Pedro en el portón del cielo: “el Señor puede conferir. Yo hice todo cierto, erré solamente cuando puse sentimiento. Sólo hice tonterías, y no dé una cuando empecé oír este loco corazón infantil que insiste en no endurecer, recusase embellecer”.
Rifase un corazón, o mismo cambia por otro que tenga poco más de razón. Un órgano más fiel al su usuario. Un gran amigo que no moleste quien le alberga. Un corazón que no sea tan inconsecuente.
Rifase un corazón ciego, sordo y mudo, pero que incomoda bastante. Un verdadero cazador de aventuras que, todavía no fue adoptado, probablemente, por recusarse cultivar aires salvajes o racionales, por no querer perder el estilo.

Ofreciese un corazón, vago, sin raza, sin linaje. Un simples corazón humano, un impulsivo miembro de comportamiento medio ultrapasado. Un modelo lleno de defectos que mismo fuera de mercado, insiste en no modernizarse, pero algunas veces, constriñe el cuerpo que domina. Un viejo corazón que convence su usuario revelar sus secretos y tener petulancia de aventurarse como poeta.

LA VIAJE


Juan anduvo por la calle cuando encontró un amigo que no charlaba a mucho tiempo. ¡Paco! ¡Cuánto tiempo! “¿Qué ha hecho?”
Se abrazaran. La felicidad fue mutua y explícita. Y Juan luego preguntó por los otros.
- “Veo todo los días”. Afirmó el amigo.
- “¿Dónde?”
- “En el bar. ¿Vamos?”
Allá, fueran ellos. La lámpara Púrpura. Hasta hoy no he descubierto porque el nombre. No han tenido un indicio del color o de una lámpara en el bar. Estaban todos en el mismo sitio. Dos mesas juntas y las siete sillas. “¿Cómo supieran que yo vendría?” Poco a poco fueron apareciendo las figuras: Alfonso; Pepe; Manulo - con la ‘u’ mismo – tu padre dijo que era moda, mas siempre ha deducido que el hombre de la notaría estuvo borracho en hora de escribir; Carmen, y Lupe.
Era ella misma. Maria de Guadalupe.
- “¿Cómo estas?” Preguntó.
Tensión en el aire.
- “¿Bien, y tu?” Quiso derribar la resistencia del dialogo
- “¿Ha casada? ¿Dónde ha trabajado? ¿Qué ha hecho?”
- “Soy casada ahora. No necesito trabajar”. Contestó fulminante.
- “Si señora”. Engulló rojo.
- “Permiso”. Habló y salió.
Juan ha mirado mientras la guapa se iba. Ella ha cambiado un poco: el pelo está corto, unas arruguitas por la edad, no es tan todavía delgada, mas estuvo admirable como siempre.
Le desvió la mirada de ella e vio un corazón dibujado en la mesa, todavía escrito: Lupe y Juan. “Fuimos casi novios. ¿Por qué no dio cierto? Jóvenes desbravadores”. Pensó.
Bien, todo era una fiesta. Ellos han recordado, llorado, y bebido muchísimo… y han marcado la próxima.
En casa, abrió los ojos, acostado en la cama, Juan todavía no acreditó en aquel encuentro. Los viejos amigos. No consiguió dormir: Alfonso; Pepe, El chistoso; Paco, su gran amigo.
“¿Paco?“
Paco ha muerto. Recordó Juan. Si. Hace 15 años. Ello mismo fue en su velorio.
Una película del pasado volvió en su cabeza. Ahora, El tiempo ha trabajado cruelmente. Tanto mas ello recordaba, más ello no tenía duda.
Fuera un sueño.
En aquella noche misma, ello volvió a encontrar los amigos. Estaban tan felices. Pepe ha contado la misma chista por quince veces. Carmen rió en todas. Alfonso empezó a cantar y todos los otros lo seguían, incluso el esposo de Lupe. Entonces, Juan ha dado cuenta que muerto estas aquel que no tuve gran amigos.

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