sábado, 10 de julho de 2010

SONETO PENIANO

 


Verga dura tonta,

Retrato do macho viril,

Envergadura que sempre aponta

À puta que não pariu.

 

Falo que esconde à fenda

Ao usufruto de puro deleite.

Nutri com gosto sua fêmea

Na fonte de porra, de leite.

 

És mastro que retumba.

Que dilacera o hímen,

Que lhe deflora a bunda!

 

Pau que bate sem barulho

Torta linha ereta.

Erga-te, pênis, com muito orgulho!

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