quarta-feira, 7 de julho de 2010

SONETO À VAGINA

 


Delicado corte distrai

Com toda polpa e envergadura.

Inchaço cônico dá cura

A todo macho que atrai.

 

Lugar de aconchego fálico,

De semeados pelos púbicos.

Juras de encontros fatídicos

Em totais anseios públicos.

 

De bocas que nunca amei,

Melindra uma racha cheirosa.

Melosos lábios, beijar-te-ei!

 

Oh, triângulo sem bermudas!

Desejo e delírio por tua fenda ...

É tu, vagina, que a tudo afundas!

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