sexta-feira, 29 de outubro de 2010

ODE AOS SEIOS

 


Primaz conforto do rebento que abrolha,

Fonte grata e pura de alento materno.

Delírios dos olhares sedentos de agora,

Nos ínfimos decotes, implantes modernos.

 

Minudência debutante os púberes cobiçam

Das donzelas inocentes que anseios atiçam.

Aspirados pares às mãos pelo toque

De suas curvas, meu risco e minha sorte!

 

Eriçam-lhes as carnes, ao instante dos lábios.

Entre carícias e malícias,

Desejos profanos, e sábios!

 

Para perecer entre taras e entremeios,

Ei de viver para venerar, eternamente,

Um lindo par de seios!

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