Lá no profano magistério
Do baixo meretrício,
Me findo a candura d’alma e da carne.
Onde, tarde, a envergadura
De tão dura, as labaredas ardem.
Quero desonrar, pungir, fornicar.
Um mortal em repetido exício.
No corte viciado, dilacerado, escarnecido.
Como animal em eterno exercício.
Quero-a em meu leito,
Quero volúpia e desejo!
Não quero o himeneu,
Nem o hímen que já não é teu.
Quero paixão de atriz
Com sabor de meretriz.
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