quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

PRESO POR UMA PRENDA

 


Adoro prendas. Que me prendam.

Que me façam aprender:

A controlar o ímpeto. Mas, que no íntimo,

Deseja-te profundamente.

 

És uma boa prova, que, como ninguém,

Me provocas. Naturalmente.

 

Quero-te atada, de quatro.

Pode ser também, por trás, de lado.

Como desejar.

 

E, sem pestanejar, como oferenda,

Desde já, neste meu imaginário – não se ofenda!

Oferto-te um gozo do meu prazer solitário.

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