Adoro prendas. Que me prendam.
Que me façam aprender:
A controlar o ímpeto. Mas, que no íntimo,
Deseja-te profundamente.
És uma boa prova, que, como ninguém,
Me provocas. Naturalmente.
Quero-te atada, de quatro.
Pode ser também, por trás, de lado.
Como desejar.
E, sem pestanejar, como oferenda,
Desde já, neste meu imaginário – não se ofenda!
Oferto-te um gozo do meu prazer solitário.
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