Papeteries de La Moselle, Paris - 1956
(Segredo da cama está na chama que o jorro emana)
Quando um corpo encontra outro corpo
Não importa o decoro
E sim a chama que emana o jorro.
Nada é absurdo. Tudo é absorto.
Unindo o corte e o torto.
Dentro e fora deste mundo.
Faz-se o gozo profundo.
Eis a cama, eis a cama:
Palco de tua sirena dança.
E balança, e balança.
E o falo silencioso dorme
Na selva, na pluma;
Na relva de tua vulva.
Eis a cama, eis a cama.
E, ao findar os tremores,
Entrelaçam Suores,
Absintam odores,
E, mais uma vez, adormecem
Mil segredos e dois amores.
Um paralelo a O QUE SE PASSA NA CAMA de CDA
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