Hoje é dia pra ficarmos
nus. Ficarmos a sós. Só na cama. Relembrar tudo, não pensar em nada.
Revelando formas e
tamanhos. Querer viver de colinho, cafuné. E café.
“Alô? Chegou”. Celular,
pizza e controle remoto.
E a tarde vem. Rebola e
embola. As metades e as dobras. Suores e cheiros. Beija. Ri. Entreolha-se. Se
não me olha, sorri. Segredos e mais risos. Mais beijos.
Chega a noitinha. Assunta.
Se ajunta. Cala boca e relaxa. Cochila em meu peito. Alisa e arranha. É a hora
de te beliscar!
E tudo se repete, se
encaixa. Cansaço e ardência.
“Vamos mimi?”
Amanhã é outro dia. De
novo. Ainda bem.
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