domingo, 22 de fevereiro de 2026


PELOS CAMINHO DE JESUS

Foi uma grata surpresa, receber este livro no encontro de conclusão do curso COBEM - ESDE 2. Foi um livro, assim, bem cativante, que eu fui lendo aos poucos. O primeiro capítulo fala Do Grande Desafio que Jesus é, jamais inigualável: haverá grandes nomes, houve grandes nomes na história, mas nenhum até hoje é capaz de ter A sua dimensão: você pode gostar, ou não gostar; acreditar ou não acreditar, mas ele está em pauta até hoje.

O segundo capítulo fala da Grande Luz que o seu ensinamento que esclarece e liberta. O livro mostra que tudo começou lá na Galileia, e se espalhou pelo mundo, os seus ensinamentos e reflexões, através das parábolas Para além da galileia, Na Transjordânia A Liberdade (7), a gente descobrimos porque passamos por [outros novos] caminhos, às vezes, rudes, áridos – íntimos-  para que esta Liberdade (de amor pleno) seja internalizada, calcificada em nós 

No capítulo 3, o poder do verbo é destacado em uma de suas reflexões: O sermão da Montanha (A Magna Carta) – a elevação dos bem-aventurados. Esses Herdeiros Da Terra voltam, no capítulo 6, a serem mencionados, através das inquietações de Simão Pedro, e desvendamos que o homem é inimigo do próprio homem.

Nos dois capítulos seguintes, a ênfase na Vida Futura. Glória Da Vida (4), fala da ressurreição, tendo como pano de fundo a história de Lázaro. No outro seguinte - Prenúncios De Era Nova (5), é a vida Futura -  o Reino que está dentro de nós. Para que eles ainda que não entendem o quão maravilhoso e intenso é este Reino, o capítulo 9 Candidatos ao Reino [que não é deste mundo! ] narra a história de três candidatos que queriam participar sua na edificação. A intangibilidade do Reino ainda detém uma dificuldade de entendimento para alguns de nós.

Em A Era Do Amor [e do perdão] (Capítulo 8), explana porque Jesus diz “amai vossos inimigos”, Fariseu e a lei de talião exemplificam por que devemos fazer aos outros o que querem que façam conosco. Usando o perdão para nos libertar, e sendo ele o protótipo de amor, O Perdão A Melhor Terapia é o tema do capítulo 13. O exemplo do servidor endividado e perdoado, e que cobrava dívidas – Perdoe se quiser ser perdoado. Pague o mal sempre com o bem. E continua no capitulo 20 – O Poema Do Perdão, Pedro Simão com suas Indagações sobre perdão, e Ele responde:  “perdoai não 7, mas 70 × 7 vezes. Mas isso não significa esquecer de suas responsabilidades pelos seus atos. No capítulo 10, Jesus nos ensina, novamente através de Simão Pedro que o Amor Sem Limites é o amor do desapego

A Cegueira Maior (Capítulo 11) – a que é da alma, nos confirma que as pessoas veem, mas não querem enxergar. O cego Bartimeu de Jericó ilustra muito bem disso. Talvez porque Os Expulsaram-No Dali (Capítulo 12), O “ali” é de dentro de nós, porque ainda perdura as heranças primitivas do ódio, orgulho, violência e miséria até hoje no nosso mundo.

A história do falso rico Analec Bar Aquis é relatada o capítulo 14 A Confiança Em Deus, que nos conta que apesar de tudo e de todos, devemos manter a nossa fé no nosso Senhor, porque dias de abundância e destaques sucederão os de penúria e sofrimento. E quem nunca pegou? Quem tem arrependimento, confiança e paciência vai ao seu Encontro De Reparação (Capítulo 15). Com também os exemplos da adúltera, e depois, com a mulher abandonada nosso Anjo Da Fé (Capítulo 21) evidencia que quando cremos, fazemos o bem, com sentimentos verdadeiros, a reparação é real.

Oremos. Para louvar, pedir (e confiar), e agradecer. Aprecie, é uma arte (Capítulo 16).

Vivenciamos aqueles que defendem Jesus sofrerem As Agressões físicas e Morais Pelo Mundo (Capítulo 17), mas, ainda assim, Ele reafirma que nós devemos pagar o mal como o bem sempre: isto é uma grande missão; por isso, muitos são chamados; e poucos, escolhidos.

Zaqueu, o rico de humildade, com o seu Inesquecível Diálogo (Capítulo 18).  nos fez lembrar que nós todos somos usufrutuários das riquezas no mundo. Qualquer trabalho que se preste a fazer, o faça com dignidade, pois o que você leva da vida é a vida que você leva.

O paralítico da fonte (quem?) Seria mais um dos muitos que Jesus ordenou: “Ergue-Te E Vai! (Capítulo 19). Jesus não nos distingue, Ele apenas prova e faz que creiamos Nele. Hoje. Agora. Sempre.

Pedro Simão aparece mais uma vez do capítulo 22. Jesus fala da sua negação, mas também fala do seu arrependimento, na sua devoção, no seu restabelecimento e fortalecimento para que ele Fortaleça Os Teus Irmãos -  os desfalecidos e os caídos. Ele nos lembra que nunca é tarde pra nos arrependermos e um dia [voltar a] crer, e vivenciar o evangelho  

“Tudo está consumado! ” Disse Jesus no seu calvário. E Ele pede que O Anjo Da Misericórdia (Capítulo 23) finque na Terra a fé, a Esperança e a Caridade. Para que essa trindade esteja nos corações humanos quando as dores atingirem o máximo de intensidade, quando a ira tentar se manifestar, e desejos obscuros tentarem se aparecer

Ainda sobre o calvário os dois últimos capítulos. O penúltimo (24) fala sobre três personalidades: Barrabás, a “moeda de troca”, a conveniência dos poderosos, o “perdão conveniente”; Pilatos “que lava as mãos”, omisso. , mais tarde execrado. E Jesus, como sempre justo, digno e verdadeiro, que vai da Prisão à Liberdade (25), do martírio a Gloria. 

 

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